Poções: Procuradoria da Câmara divulga Nota Pública e diz que Otto foi notificado


Foto: ASCOM – CMVP

Em nota a Procuradoria da Câmara Municipal de Vereadores de Poções respondeu o ex-prefeito Otto Wagner de Magalhães sobre acusações feitas durante entrevista concedida a uma emissora de rádio da cidade. Confira a nota de esclarecimento: Otto Magalhães afirmou que a Câmara de Vereadores de Poções não o notificou para se defender, dada a eminência do julgamento de suas contas. Há provas extensas de que o ex-prefeito falta com a verdade. Ou seja, foi sim notificado de forma válida. Inclusive, gentilmente a assessoria jurídica da casa de leis de Poções – à qual ele se refere como “incompetente” – cedeu prazo maior que o legalmente preconizado pelo TCM para que ele se pronunciasse.

O senhor Otto perdeu o prazo para se defender, e desde então o que se tem visto por sua parte é uma ânsia por tumultuar os trâmites legais da Câmara de Vereadores desta cidade. 

A verdade, a essa altura, é cristalina. Os rumoresde que o senhor Otto impedirá o julgamento de suas contas através de uma liminar, nada mais são do que uma estratégia para atrasar a votação de suas contas. 

Os vereadores da oposição faltaram duas sessões seguidas, nas quais seriam votadas as contas do ex-prefeito. Nessa sessões, tambémestavam em pauta temas de interesse absoluto dos cidadãos desta cidade, e os vereadores deliberadamente faltaram, “justificando” que a liminar iria sair e a votação não poderia acontecer. Até agora, nem sinal de liminar!

Em entrevista, o ex-prefeito tratou de assuntos diversos. Por exemplo, afirmou não conhecer os responsáveis pela Procuradoria jurídica da Câmara de Vereadores, e mesmo assim passou a tecer comentários desrespeitosos a respeito dessa mesmaProcuradoria.

Ora, o que o senhor Otto não compreende é que a Procuradoria tem desenvolvido um trabalho muito próximo àquele de uma Defensoria Pública.  Na Câmara de Vereadores, o povo é bem vindo para ser ouvido, aconselhado e representado dignamente, sem nada ter que pagar por isso. 

Se o ex-prefeito se sente no direito de criticar a Procuradoria, é porque não conhece sua rotina de comprometimento, empatia e sensível disponibilização do acesso à justiça, sem distinção de oposição ou situação – seja pela realização de acordos extrajudiciais, feitura de audiências, diligências, petições, etc.

De todo modo, no fim das contas, a opinião que realmente importa para a Procuradoria da Câmara acerca de sua habilidade é uma só: a opinião do povo.

Procuradoria da Câmara de Vereadores de Poções